Toque terapêutico na cicatrização de lesões da pele de cobaias
PESQUISA
Toque terapêutico na cicatrização de lesões da pele de cobaias
Therapeutic touch for the healing of skin injuries in guinea pigs
Toque terapéutico en la cicatrización de lesiones de la piel de conejillos de
indias
Roberta Maria SavietoI; Maria Júlia Paes da SilvaII
IAluna do curso de graduação em Enfermagem da Universidade de São Paulo
IIEnfermeira. Professora Livre-docente do Departamento de Enfermagem Médico-
Cirúrgica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo
E-mail do autor: juliaps@usp.br
1 Introdução
Especialmente na Enfermagem, sempre foi dado destaque ao tratamento e à cura de
lesões crônicas de pele. Tal enfoque se deve à alta freqüência de pessoas com
feridas crônicas, aos obstáculos que elas enfrentam e a uma verdadeira luta
diária travada pela equipe de saúde para a cicatrização das lesões.
Este trabalho considera os fatores citados e propõe verificar o efeito do Toque
Terapêutico-Método Krieger-Kunz no processo de cicatrização de lesões
provocadas na pele de cobaias, para posteriormente aplicar a técnica em
pacientes com feridas crônicas. Entre outros estudos, tal técnica promoveu uma
maior porcentagem de cicatrização na pele de cobaias(1), ocasionou considerável
diferença do processo de cicatrização, com eliminação do efeito placebo, entre
indivíduos do grupo experimental (mais de 50% apresentaram cura completa até o
16º dia) e indivíduos do grupo controle (obtiveram 0% de cura até o referido
dia)(2-4), acelerou a cicatrização de cortes cirúrgicos feitos nas costas de
ratos de laboratório(5), e acelerou a cicatrização da pele de mães que sofreram
episiotomia e cesariana(6). Existe uma recomendação da OMS sobre a necessidade
de investigação de alternativas terapêuticas que se mostrem eficientes no
cuidado de feridas crônicas(7).
Neste ponto é que o Toque Terapêutico (TT) se enquadra como uma prática
derivada da antiga imposição de mãos, porém totalmente desvinculada de contexto
religioso e baseada em técnicas construídas através de intensa pesquisa e
modernas estratégias de ensino(6). Essa prática considera o potencial natural
humano de cura. Cabe dizer que os gregos de quatro séculos antes de Cristo já
utilizavam a imposição de mãos com intenção de cura(8). Há também a necessidade
de se mostrar a importância de estudos como este, com intenção futura de testar
esta técnica em pacientes com feridas crônicas, para melhorar a qualidade de
vida dessas pessoas e diminuir o alto custo dos demorados tratamentos de tais
lesões; além, obviamente, de incentivar a prática e difundir os efeitos do
Toque Terapêutico.
Sabendo-se que, comprovadamente, o TT tem efeitos positivos em alguns dos
fatores citados, como redução da dor e do estresse e facilitação do processo de
cura, este trabalho tem por objetivoprincipal verificar a ação do TT em cobaias
com lesões de pele provocadas.
2 Referencial Teórico
2.1 O Toque Terapêutico
O TT é uma terapia holística, ou seja, que considera o ser humano como um todo
composto de partes (física, psíquica, espiritual) em constante interação, que
não podem ser tratadas separadamente(9). Esse Paradigma Holístico da Medicina
Vibracional encontra raízes na física moderna, de Einstein. Ele afirma, através
da comprovação de que matéria é igual à energia (E=mc²), que tudo no universo é
constituído por fótons, inclusive a mente e o pensamento. Os fótons formam
padrões energéticos distintos e acabam diferenciando e individualizando seres,
objetos e idéias(8,10). Dessa maneira, existem basicamente dois campos
energéticos, em constante troca de interações: o humano (CEH) e o ambiental
(CA), que inclui tudo o que está fora do ser humano, inclusive outra pessoa(6).
Por isso existem autores que afirmam que nós não terminamos em nossa pele
(6,11).
O modelo da Medicina Vibracional, portanto, considera o corpo como um sistema
dinâmico de energia e, a mente e o espírito como verdadeiras fontes da
consciência, com poder de causar as doenças através de ligações energéticas e
neuro-hormonais entre corpo, mente e espírito. Assim, o tratamento realizado no
Campo Energético também provoca efeitos nesse complexo(5). Tal teoria é
totalmente oposta à Física Clássica, do Paradigma Newtoniano-Cartesiano, que
acredita na total separação entre tudo, incluindo seres, culturas, sociedades e
é baseada num modelo mecanicista e atomista(8,10). Esse modelo se estende à
Medicina Convencional, que compreende o corpo como uma máquina, o cérebro como
um computador e a consciência como um produto de sua atividade elétrica.
Considera também que as emoções podem causar doenças por ligações neuro-
hormonais entre cérebro e corpo, cujos tratamentos devem "consertar" as
anormalidades do corpo físico(5).
A Enfermagem Holística vem crescendo há cerca de três décadas e ganhou destaque
pelo desenvolvimento de teorias como a Ciência do Ser Humano Unitário, de
Martha Rogers(9,12). De qualquer maneira, estudos recentes afirmam a
necessidade de se repensar os modelos utilizados na Enfermagem atual, sempre
centralizando a ação em atos humanizados de ajudar e cuidar(13).
Recentemente também (julho/2003) tivemos na Faculdade de Medicina da
Universidade de São Paulo a defesa de uma dissertação de Mestrado com dados da
avaliação dos efeitos da prática de impostação de mãos sobre os sistemas
hematológico e imunológico de camundongos machos. Foram utilizados 60
camundongos machos, com 3 meses de idade, divididos em 3 grupos com 20 animais:
um chamado controle, um controle-luva e outro chamado impostação. No 4º dia do
experimento, os animais foram sacrificados por deslocamento cervical para
colheita de material a ser utilizado nos procedimentos laboratoriais que
envolveram a realização de leucograma específico, contagem de plaquetas do
sangue periférico e realização de ensaio de citotoxidade de células não
aderentes com atividade natural killer (NK) e lymphokine activated killer
(LAK). A impostação de mãos produziu elevação na contagem do número de
monócitos, diminuição do número de plaquetas e elevação da citotoxidade de
células não aderentes com atividade NK e LAK. Entre as recomendações do autor,
está a de que existam outros experimentos nessa linha(14).
Algumas pesquisas, entre outros estudos, mostraram a eficiência do TT nos
seguintes casos:
- aumento do nível de hemoglobina - proteína responsável pelo carreamento de
oxigênio na circulação sanguínea - de pessoas doentes(15); - maior crescimento
e desenvolvimento de sementes de cevada irrigadas com água energizada(15); -
facilitação do processo de cura, acentuando efeitos de seus "aliados naturais":
Sistema Imune, Sistema Nervoso Autônomo e Sistema Endócrino(6,16); - promoção
de maior sensibilidade, integração e carinho mútuos em famílias nas quais o
marido aplica o TT em sua esposa grávida(16,17); - redução ou erradicação dos
processos dolorosos(16); - tratamento de sintomas da TPM (Tensão Pré-Menstrual)
e de infecções oportunistas de pessoas com o vírus HIV(16); - alívio das
cólicas dos bebês(16); - redução da ansiedade(18); - utilização no tratamento
de alcoolismo e dependência química em geral(5); - redução significativa no
nível de tensão muscular(5); - estabilização dos sinais vitais de pacientes
antes e depois das cirurgias(5); - redução da intensidade da dor e dos escores
de auto-avaliação de depressão e aumento da positividade do significado da dor
crônica não-neoplásica(19); - diminuição dos efeitos da quimioterapia em
mulheres portadoras de câncer de mama(9).
Além de provocar um relaxamento quase imediato, permitindo ao paciente que se
sinta melhor(11).
Os passos para realização do Toque Terapêutico-Método Krieger-Kunz são:
A - Centralização: consiste na concentração do terapeuta na sensibilidade de
suas mãos, com intenção exclusiva de perceber o outro para poder ajudá-lo e
curá-lo. São utilizados exercícios específicos para que o terapeuta atinja seu
equilíbrio e cale a mente faladeira.
B - Acesso e avaliação do Campo Energético do paciente: o terapeuta coloca suas
mãos de 6 a 12 cm da pele do paciente, percorrendo seu campo energético no
sentido crânio-caudal, percebendo quaisquer alterações que não correspondam à
harmonia natural do CEH, como: diferenças de temperatura, pressão, tamanho e
forma, enrugamentos, formigamentos, choques elétricos.
C - Tratamento e modulação do CE: após perceber as alterações, o terapeuta deve
repadronizar o Campo Energético através de alisamento, desobstrução e oposição
de sensações.
D - Balanceamento final e estabelecimento do fluxo energético: o terapeuta
procura manter o CE do paciente o mais homogêneo possível, como um todo
harmônico, estabelecendo fluxo de energia correto, no sentido crânio-caudal, e
direcionando energia para a região das glândulas supra-renais.
E - Avaliação: nessa última etapa, o terapeuta reavalia o CE do paciente para
verificar sua harmonização e comparar o resultado com os achados da próxima
sessão. Deve-se esclarecer que nem sempre é possível uma repadronização total e
o terapeuta deve estar ciente de suas limitações(1,9,15,19,20).
Além de cumprir esses passos, para o efetivo tratamento com TT, o terapeuta
precisa estar saudável e deve sempre ter a intenção de ajudar. Sob este ponto
de vista, ser saudável significa ter um equilíbrio de energia pessoal e em
conjunto com o ambiente(11). O curador atua praticamente como um canal, um
condutor que ordena o processo de reestruturação das energias vitais de maneira
racional(6) até que o paciente se proteja sozinho, através de seu próprio
sistema imune(11). Dessa maneira quem cura é quem está sendo curado(16).
Uma das teorias que explica a cura por imposição de mãos considera que a
energia curativa, ao sair do terapeuta, vai diretamente para as moléculas de
água do corpo, que tornam-se "biologicamente ativadas" e provocam as mudanças
internas que resultarão na cura(5). Dessa maneira, é possível afirmar que a
água ingerida pelas cobaias também estará "ativada" e poderá acelerar a
cicatrização, que não deixa de ser um processo de cura. É necessário esclarecer
então, que o TT não exige esforço do terapeuta, apenas sua centralização e
intenção de ajudar/curar fazem com que o paciente obtenha as energias de que
precisa, através das correntes do CE ou Força Vital. Tal expressão foi
originalmente chamada de "prana" pelos hindus, "chi" ou "ki" pelos chineses e
tem um significado muito mais profundo, relacionando-se com a organização de
fatores que são a base da existência de cada um(11,15,21).
2.2 O Processo de Cicatrização
O processo de cicatrização é definido como a substituição de um tecido lesado
por tecido conjuntivo vascularizado, com alteração da estrutura original,
independentemente da causa da lesão(22). Cabe dizer que a cicatrização é
diferente da regeneração, que consiste na substituição do tecido perdido por
outro de características idênticas(7).
Para reparar um dano ocorrido na pele, o organismo sempre age da mesma maneira,
passando pelas mesmas etapas, nos três tipos de cicatrização: a cicatrização
por Intenção Primária- que ocorre quando a ferida está limpa, com bordas
próximas e mínima perda de tecido, como nas suturas cirúrgicas; a cicatrização
por Intenção Secundária- que ocorre em feridas sujas, infectadas e com perda
tecidual, produzindo tecido cicatricial para recuperação do trauma, como nas
úlceras de pressão, queimaduras, abcessos; e a cicatrização por Intenção
Terciária- que é uma combinação das outras duas, com lentidão no fechamento
primário devido à inicial cicatrização por intenção secundária e posterior por
intenção primária; como nas úlceras venosas(7,23).
As etapas por quais passa o processo são:
Coagulação: Inicial formação de coágulo pelas plaquetas, com reforço dos
eritrócitos e da fibrina. Há então a desidratação desse coágulo, que acaba
funcionando como um protetor, uma tampa para a lesão; Inflamação: Em 24h,
migram neutrófilos e monócitos para as margens da lesão para ingerir bactérias
e debris (fragmentos) celulares e liberar enzimas. Aparecem então os clássicos
sinais de inflamação: calor, rubor, dor e edema, que facilitam a cicatrização;
Reconstrução e Contração: A reconstrução se caracteriza pelo desenvolvimento do
tecido de granulação, que ocupa o espaço do coágulo. É um tecido conjuntivo
frouxo, altamente capilarizado, com leucócitos e matriz extra celular formada
por fibras colágenas e ácido hialurônico, com aparência granulosa, brilhante e
vermelha. Em feridas superficiais, há proliferação das células da camada basal
da epiderme, que produzem um epitélio em baixo da crosta. Então, os
fibroblastos, produtores de colágeno, multiplicam-se garantindo força e suporte
ao novo tecido. Em feridas profundas, o tecido de granulação é produzido em
maiores quantidades e move-se a partir das bordas da lesão, iniciando a
contração, com atuação dos miofibroblastos e preenchendo o espaço; Maturação:
Nessa fase, há redução da vascularização e organização da disposição das fibras
colágenas, que pode durar de 3 semanas a anos. Com o tempo, a resistência da
cicatriz aumenta e sua coloração tende a um rosa bem claro. A ferida é
considerada cicatrizada quando há continuidade com a superfície da pele e força
tênsil suficiente para atividade normal
Algumas vezes, porém, não há perfeição nesse processo e as cicatrizes podem
hipertrofiar ou formar quelóides. Existem fatores que atuam no processo de
cicatrização, acelerando-o ou atrasando-o, como idade, estado nutricional,
nível de oxigenação e condições vasculares, dor, stress, ansiedade, sono, fumo,
doenças pré-existentes(23-25).
3 Metodologia
Trata-se de um estudo quantitativo do tipo experimental, realizado no
Laboratório Experimental com modelos animais da Escola de Enfermagem da
Universidade de São Paulo, com uma amostra composta por 20 ratos da raça
Wistar, todas fêmeas, da mesma ninhada, pesando entre 150 e 200g, mantidos com
igual alimentação e sob idênticas condições de temperatura e iluminação (fases
alternadas e controladas de claro e escuro). Cabe dizer que as ratas nunca se
submeteram a qualquer procedimento anterior.
Procedimento de coleta dos dados - As cobaias foram anestesiadas com éter
dietílico e, após tricotomia, foi feita uma incisão reta de 2 cm na região
cervical dorsal. Então, a amostra foi dividida aleatoriamente em dois grupos de
10 ratos: A e B, sendo Ao grupo controle e B o grupo experimental. Cada rato
foi mantido numa gaiola individual, para que o processo de cicatrização não
sofresse interferências mecânicas dos outros.
Ao grupo experimental foi dada água energizada pelo TT, enquanto o grupo
controle recebeu água sem qualquer tratamento. Foi utilizada água potável,
energizada por um dos autores do trabalho durante 5 minutos, a uma distância de
2 cm da boca da garrafa em que era armazenada. As trocas do bebedouro ocorreram
de acordo com a rotina do laboratório, pela pessoa responsável pelo cuidado das
cobaias, que não sabia qual grupo era controle e qual era experimental. Os
ratos foram observados e o comprimento das feridas foi medido com paquímetro, 5
vezes, a cada 4 dias. Os dados foram coletados entre 24.06 e 13.07 de 2003.
É importante esclarecer que por não se tratar de pesquisa com seres humanos, a
Comissão de Ética não julgou necessário aprová-la.
4 Apresentação dos Resultados
O quadro_1 mostra o tamanho, em centímetros, da ferida de cada rato (chamados
pelos números de 1 a 10, em seus respectivos grupos). Todos tiveram uma incisão
inicial de 2 cm.
Ao analisar o quadro 1, percebe-se que: - ao término de 20 dias, 100% dos ratos
do grupo experimental haviam cicatrizado as feridas, o que não aconteceu com
quatro (40%) do grupo controle; - enquanto as primeiras cicatrizações totais do
grupo controle ocorreram no 16º dia (50%), as do grupo experimental ocorreram
no12º dia (30%) e mais 40% no 16º dia; - durante todo o tempo da coleta, a
média do tamanho das feridas do grupo experimental foi sempre menor que a do
grupo controle, sendo que a diferença entre os grupos A e B aumentava a cada
medida.
Para ilustrar melhor as afirmações anteriores, tem-se o quadro_2 a seguir, que
mostra o número de ratos de cada grupo, com determinado tamanho de ferida
(variando de 0,5 em 0,5 cm) a cada medida feita.
Pelo quadro_2 percebe-se que não existiu grande diferença no tamanho das
feridas no 1º dia de medida. Porém, com 8 dias (na 2ª medida), verifica-se que
7 dos ratos do grupo experimental possuíam medida da ferida entre 0,5 e 1,0 cm,
enquanto 8 do grupo controle apresentaram tamanho entre 1,0 e 1,5 cm. Na 3ª
medida, nota-se que 3 ratos do grupo experimental já haviam cicatrizado
totalmente e 7 do grupo controle ainda tinha suas feridas medindo entre 0,5 e
1,0 cm. Ao longo de 16 dias (4ª medida), tem-se 3 ratos do grupo experimental
com medida da ferida inferior a 0,5 cm e 7 com total cicatrização. No grupo
controle, no entanto, observa-se 3 ratos com tamanho de ferida entre 0,5 e 1,0
cm e 5 com total cicatrização. Na 5ª e última medida, verifica-se que todos os
ratos do grupo experimental apresentaram cicatrização total de suas feridas, o
que ocorreu com 7 do grupo controle, que ainda tinha 1 rato com ferida medindo
entre 0,5 e 1,0 cm e 2 com tamanho entre 0,0 e 0,5 cm.
Os dados são sugestivos de que o TT acelera o processo de cicatrização, como
demonstra o único estudo anterior existente no Brasil(1) e alguns outros
estudos no exterior(2-6), das últimas décadas do século passado. O alto custo
da tecnologia propiciou que os estudiosos buscassem alternativas para o cuidado
e, estudos como este, demonstram ser possível a viabilização de métodos
eficientes no cuidar de indivíduos com feridas crônicas. Infelizmente ainda não
temos trabalhos que permitam comparar a velocidade de cicatrização conseguida
com o TT e outros métodos de tratamento de feridas.
5 Considerações Finais
Como foi apresentado neste trabalho, o TT exerceu influência sobre o processo
cicatricial em cobaias com lesões provocadas, conseguindo, ao término de 20
dias, 100% dos ratos do Grupo Experimental com cicatrização total das feridas,
enquanto que no Grupo Controle, houve a cicatrização total em 60% deles. É
válido ressaltar, que com a confirmação de que tal técnica de imposição de mãos
acelera a cicatrização, tem-se um instrumento eficiente e de baixo custo, tanto
para o alívio das pessoas que sofrem com suas lesões, quanto da equipe de
saúde, que busca melhorar a assistência. Além de estar consoante com a
recomendação da OMS no desenvolvimento de alternativas terapêuticas de baixo
custo no cuidado de feridas(7).
A limitação deste estudo se dá pelo tratamento não estatístico dos dados devido
ao pequeno número de ratos nos grupos. Fica a recomendação de replicar a
pesquisa com grupos maiores, para que os dados recebam olhar estatístico e para
que o TT seja utilizado como mais um aliado na "luta diária" travada pelos
pacientes e profissionais da saúde.