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BrBRCVHe0034-71672004000300017

National varietyBr
Country of publicationBR
SchoolLife Sciences
Great areaHealth Sciences
ISSN0034-7167
Year2004
Issue0003
Article number00017

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Toque terapêutico na cicatrização de lesões da pele de cobaias PESQUISA

Toque terapêutico na cicatrização de lesões da pele de cobaias

Therapeutic touch for the healing of skin injuries in guinea pigs

Toque terapéutico en la cicatrización de lesiones de la piel de conejillos de indias

Roberta Maria SavietoI; Maria Júlia Paes da SilvaII IAluna do curso de graduação em Enfermagem da Universidade de São Paulo IIEnfermeira. Professora Livre-docente do Departamento de Enfermagem Médico- Cirúrgica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo E-mail do autor: juliaps@usp.br

1 Introdução Especialmente na Enfermagem, sempre foi dado destaque ao tratamento e à cura de lesões crônicas de pele. Tal enfoque se deve à alta freqüência de pessoas com feridas crônicas, aos obstáculos que elas enfrentam e a uma verdadeira luta diária travada pela equipe de saúde para a cicatrização das lesões.

Este trabalho considera os fatores citados e propõe verificar o efeito do Toque Terapêutico-Método Krieger-Kunz no processo de cicatrização de lesões provocadas na pele de cobaias, para posteriormente aplicar a técnica em pacientes com feridas crônicas. Entre outros estudos, tal técnica promoveu uma maior porcentagem de cicatrização na pele de cobaias(1), ocasionou considerável diferença do processo de cicatrização, com eliminação do efeito placebo, entre indivíduos do grupo experimental (mais de 50% apresentaram cura completa até o 16º dia) e indivíduos do grupo controle (obtiveram 0% de cura até o referido dia)(2-4), acelerou a cicatrização de cortes cirúrgicos feitos nas costas de ratos de laboratório(5), e acelerou a cicatrização da pele de mães que sofreram episiotomia e cesariana(6). Existe uma recomendação da OMS sobre a necessidade de investigação de alternativas terapêuticas que se mostrem eficientes no cuidado de feridas crônicas(7).

Neste ponto é que o Toque Terapêutico (TT) se enquadra como uma prática derivada da antiga imposição de mãos, porém totalmente desvinculada de contexto religioso e baseada em técnicas construídas através de intensa pesquisa e modernas estratégias de ensino(6). Essa prática considera o potencial natural humano de cura. Cabe dizer que os gregos de quatro séculos antes de Cristo utilizavam a imposição de mãos com intenção de cura(8). também a necessidade de se mostrar a importância de estudos como este, com intenção futura de testar esta técnica em pacientes com feridas crônicas, para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas e diminuir o alto custo dos demorados tratamentos de tais lesões; além, obviamente, de incentivar a prática e difundir os efeitos do Toque Terapêutico.

Sabendo-se que, comprovadamente, o TT tem efeitos positivos em alguns dos fatores citados, como redução da dor e do estresse e facilitação do processo de cura, este trabalho tem por objetivoprincipal verificar a ação do TT em cobaias com lesões de pele provocadas.

2 Referencial Teórico 2.1 O Toque Terapêutico O TT é uma terapia holística, ou seja, que considera o ser humano como um todo composto de partes (física, psíquica, espiritual) em constante interação, que não podem ser tratadas separadamente(9). Esse Paradigma Holístico da Medicina Vibracional encontra raízes na física moderna, de Einstein. Ele afirma, através da comprovação de que matéria é igual à energia (E=mc²), que tudo no universo é constituído por fótons, inclusive a mente e o pensamento. Os fótons formam padrões energéticos distintos e acabam diferenciando e individualizando seres, objetos e idéias(8,10). Dessa maneira, existem basicamente dois campos energéticos, em constante troca de interações: o humano (CEH) e o ambiental (CA), que inclui tudo o que está fora do ser humano, inclusive outra pessoa(6).

Por isso existem autores que afirmam que nós não terminamos em nossa pele (6,11).

O modelo da Medicina Vibracional, portanto, considera o corpo como um sistema dinâmico de energia e, a mente e o espírito como verdadeiras fontes da consciência, com poder de causar as doenças através de ligações energéticas e neuro-hormonais entre corpo, mente e espírito. Assim, o tratamento realizado no Campo Energético também provoca efeitos nesse complexo(5). Tal teoria é totalmente oposta à Física Clássica, do Paradigma Newtoniano-Cartesiano, que acredita na total separação entre tudo, incluindo seres, culturas, sociedades e é baseada num modelo mecanicista e atomista(8,10). Esse modelo se estende à Medicina Convencional, que compreende o corpo como uma máquina, o cérebro como um computador e a consciência como um produto de sua atividade elétrica.

Considera também que as emoções podem causar doenças por ligações neuro- hormonais entre cérebro e corpo, cujos tratamentos devem "consertar" as anormalidades do corpo físico(5).

A Enfermagem Holística vem crescendo cerca de três décadas e ganhou destaque pelo desenvolvimento de teorias como a Ciência do Ser Humano Unitário, de Martha Rogers(9,12). De qualquer maneira, estudos recentes afirmam a necessidade de se repensar os modelos utilizados na Enfermagem atual, sempre centralizando a ação em atos humanizados de ajudar e cuidar(13).

Recentemente também (julho/2003) tivemos na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo a defesa de uma dissertação de Mestrado com dados da avaliação dos efeitos da prática de impostação de mãos sobre os sistemas hematológico e imunológico de camundongos machos. Foram utilizados 60 camundongos machos, com 3 meses de idade, divididos em 3 grupos com 20 animais: um chamado controle, um controle-luva e outro chamado impostação. No dia do experimento, os animais foram sacrificados por deslocamento cervical para colheita de material a ser utilizado nos procedimentos laboratoriais que envolveram a realização de leucograma específico, contagem de plaquetas do sangue periférico e realização de ensaio de citotoxidade de células não aderentes com atividade natural killer (NK) e lymphokine activated killer (LAK). A impostação de mãos produziu elevação na contagem do número de monócitos, diminuição do número de plaquetas e elevação da citotoxidade de células não aderentes com atividade NK e LAK. Entre as recomendações do autor, está a de que existam outros experimentos nessa linha(14).

Algumas pesquisas, entre outros estudos, mostraram a eficiência do TT nos seguintes casos: - aumento do nível de hemoglobina - proteína responsável pelo carreamento de oxigênio na circulação sanguínea - de pessoas doentes(15); - maior crescimento e desenvolvimento de sementes de cevada irrigadas com água energizada(15); - facilitação do processo de cura, acentuando efeitos de seus "aliados naturais": Sistema Imune, Sistema Nervoso Autônomo e Sistema Endócrino(6,16); - promoção de maior sensibilidade, integração e carinho mútuos em famílias nas quais o marido aplica o TT em sua esposa grávida(16,17); - redução ou erradicação dos processos dolorosos(16); - tratamento de sintomas da TPM (Tensão Pré-Menstrual) e de infecções oportunistas de pessoas com o vírus HIV(16); - alívio das cólicas dos bebês(16); - redução da ansiedade(18); - utilização no tratamento de alcoolismo e dependência química em geral(5); - redução significativa no nível de tensão muscular(5); - estabilização dos sinais vitais de pacientes antes e depois das cirurgias(5); - redução da intensidade da dor e dos escores de auto-avaliação de depressão e aumento da positividade do significado da dor crônica não-neoplásica(19); - diminuição dos efeitos da quimioterapia em mulheres portadoras de câncer de mama(9).

Além de provocar um relaxamento quase imediato, permitindo ao paciente que se sinta melhor(11).

Os passos para realização do Toque Terapêutico-Método Krieger-Kunz são: A - Centralização: consiste na concentração do terapeuta na sensibilidade de suas mãos, com intenção exclusiva de perceber o outro para poder ajudá-lo e curá-lo. São utilizados exercícios específicos para que o terapeuta atinja seu equilíbrio e cale a mente faladeira.

B - Acesso e avaliação do Campo Energético do paciente: o terapeuta coloca suas mãos de 6 a 12 cm da pele do paciente, percorrendo seu campo energético no sentido crânio-caudal, percebendo quaisquer alterações que não correspondam à harmonia natural do CEH, como: diferenças de temperatura, pressão, tamanho e forma, enrugamentos, formigamentos, choques elétricos.

C - Tratamento e modulação do CE: após perceber as alterações, o terapeuta deve repadronizar o Campo Energético através de alisamento, desobstrução e oposição de sensações.

D - Balanceamento final e estabelecimento do fluxo energético: o terapeuta procura manter o CE do paciente o mais homogêneo possível, como um todo harmônico, estabelecendo fluxo de energia correto, no sentido crânio-caudal, e direcionando energia para a região das glândulas supra-renais.

E - Avaliação: nessa última etapa, o terapeuta reavalia o CE do paciente para verificar sua harmonização e comparar o resultado com os achados da próxima sessão. Deve-se esclarecer que nem sempre é possível uma repadronização total e o terapeuta deve estar ciente de suas limitações(1,9,15,19,20).

Além de cumprir esses passos, para o efetivo tratamento com TT, o terapeuta precisa estar saudável e deve sempre ter a intenção de ajudar. Sob este ponto de vista, ser saudável significa ter um equilíbrio de energia pessoal e em conjunto com o ambiente(11). O curador atua praticamente como um canal, um condutor que ordena o processo de reestruturação das energias vitais de maneira racional(6) até que o paciente se proteja sozinho, através de seu próprio sistema imune(11). Dessa maneira quem cura é quem está sendo curado(16).

Uma das teorias que explica a cura por imposição de mãos considera que a energia curativa, ao sair do terapeuta, vai diretamente para as moléculas de água do corpo, que tornam-se "biologicamente ativadas" e provocam as mudanças internas que resultarão na cura(5). Dessa maneira, é possível afirmar que a água ingerida pelas cobaias também estará "ativada" e poderá acelerar a cicatrização, que não deixa de ser um processo de cura. É necessário esclarecer então, que o TT não exige esforço do terapeuta, apenas sua centralização e intenção de ajudar/curar fazem com que o paciente obtenha as energias de que precisa, através das correntes do CE ou Força Vital. Tal expressão foi originalmente chamada de "prana" pelos hindus, "chi" ou "ki" pelos chineses e tem um significado muito mais profundo, relacionando-se com a organização de fatores que são a base da existência de cada um(11,15,21).

2.2 O Processo de Cicatrização O processo de cicatrização é definido como a substituição de um tecido lesado por tecido conjuntivo vascularizado, com alteração da estrutura original, independentemente da causa da lesão(22). Cabe dizer que a cicatrização é diferente da regeneração, que consiste na substituição do tecido perdido por outro de características idênticas(7).

Para reparar um dano ocorrido na pele, o organismo sempre age da mesma maneira, passando pelas mesmas etapas, nos três tipos de cicatrização: a cicatrização por Intenção Primária- que ocorre quando a ferida está limpa, com bordas próximas e mínima perda de tecido, como nas suturas cirúrgicas; a cicatrização por Intenção Secundária- que ocorre em feridas sujas, infectadas e com perda tecidual, produzindo tecido cicatricial para recuperação do trauma, como nas úlceras de pressão, queimaduras, abcessos; e a cicatrização por Intenção Terciária- que é uma combinação das outras duas, com lentidão no fechamento primário devido à inicial cicatrização por intenção secundária e posterior por intenção primária; como nas úlceras venosas(7,23).

As etapas por quais passa o processo são: Coagulação: Inicial formação de coágulo pelas plaquetas, com reforço dos eritrócitos e da fibrina. então a desidratação desse coágulo, que acaba funcionando como um protetor, uma tampa para a lesão; Inflamação: Em 24h, migram neutrófilos e monócitos para as margens da lesão para ingerir bactérias e debris (fragmentos) celulares e liberar enzimas. Aparecem então os clássicos sinais de inflamação: calor, rubor, dor e edema, que facilitam a cicatrização; Reconstrução e Contração: A reconstrução se caracteriza pelo desenvolvimento do tecido de granulação, que ocupa o espaço do coágulo. É um tecido conjuntivo frouxo, altamente capilarizado, com leucócitos e matriz extra celular formada por fibras colágenas e ácido hialurônico, com aparência granulosa, brilhante e vermelha. Em feridas superficiais, proliferação das células da camada basal da epiderme, que produzem um epitélio em baixo da crosta. Então, os fibroblastos, produtores de colágeno, multiplicam-se garantindo força e suporte ao novo tecido. Em feridas profundas, o tecido de granulação é produzido em maiores quantidades e move-se a partir das bordas da lesão, iniciando a contração, com atuação dos miofibroblastos e preenchendo o espaço; Maturação: Nessa fase, redução da vascularização e organização da disposição das fibras colágenas, que pode durar de 3 semanas a anos. Com o tempo, a resistência da cicatriz aumenta e sua coloração tende a um rosa bem claro. A ferida é considerada cicatrizada quando continuidade com a superfície da pele e força tênsil suficiente para atividade normal Algumas vezes, porém, não perfeição nesse processo e as cicatrizes podem hipertrofiar ou formar quelóides. Existem fatores que atuam no processo de cicatrização, acelerando-o ou atrasando-o, como idade, estado nutricional, nível de oxigenação e condições vasculares, dor, stress, ansiedade, sono, fumo, doenças pré-existentes(23-25).

3 Metodologia Trata-se de um estudo quantitativo do tipo experimental, realizado no Laboratório Experimental com modelos animais da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, com uma amostra composta por 20 ratos da raça Wistar, todas fêmeas, da mesma ninhada, pesando entre 150 e 200g, mantidos com igual alimentação e sob idênticas condições de temperatura e iluminação (fases alternadas e controladas de claro e escuro). Cabe dizer que as ratas nunca se submeteram a qualquer procedimento anterior.

Procedimento de coleta dos dados - As cobaias foram anestesiadas com éter dietílico e, após tricotomia, foi feita uma incisão reta de 2 cm na região cervical dorsal. Então, a amostra foi dividida aleatoriamente em dois grupos de 10 ratos: A e B, sendo Ao grupo controle e B o grupo experimental. Cada rato foi mantido numa gaiola individual, para que o processo de cicatrização não sofresse interferências mecânicas dos outros.

Ao grupo experimental foi dada água energizada pelo TT, enquanto o grupo controle recebeu água sem qualquer tratamento. Foi utilizada água potável, energizada por um dos autores do trabalho durante 5 minutos, a uma distância de 2 cm da boca da garrafa em que era armazenada. As trocas do bebedouro ocorreram de acordo com a rotina do laboratório, pela pessoa responsável pelo cuidado das cobaias, que não sabia qual grupo era controle e qual era experimental. Os ratos foram observados e o comprimento das feridas foi medido com paquímetro, 5 vezes, a cada 4 dias. Os dados foram coletados entre 24.06 e 13.07 de 2003.

É importante esclarecer que por não se tratar de pesquisa com seres humanos, a Comissão de Ética não julgou necessário aprová-la.

4 Apresentação dos Resultados O quadro_1 mostra o tamanho, em centímetros, da ferida de cada rato (chamados pelos números de 1 a 10, em seus respectivos grupos). Todos tiveram uma incisão inicial de 2 cm.

Ao analisar o quadro 1, percebe-se que: - ao término de 20 dias, 100% dos ratos do grupo experimental haviam cicatrizado as feridas, o que não aconteceu com quatro (40%) do grupo controle; - enquanto as primeiras cicatrizações totais do grupo controle ocorreram no 16º dia (50%), as do grupo experimental ocorreram no12º dia (30%) e mais 40% no 16º dia; - durante todo o tempo da coleta, a média do tamanho das feridas do grupo experimental foi sempre menor que a do grupo controle, sendo que a diferença entre os grupos A e B aumentava a cada medida.

Para ilustrar melhor as afirmações anteriores, tem-se o quadro_2 a seguir, que mostra o número de ratos de cada grupo, com determinado tamanho de ferida (variando de 0,5 em 0,5 cm) a cada medida feita.

Pelo quadro_2 percebe-se que não existiu grande diferença no tamanho das feridas no dia de medida. Porém, com 8 dias (na medida), verifica-se que 7 dos ratos do grupo experimental possuíam medida da ferida entre 0,5 e 1,0 cm, enquanto 8 do grupo controle apresentaram tamanho entre 1,0 e 1,5 cm. Na medida, nota-se que 3 ratos do grupo experimental haviam cicatrizado totalmente e 7 do grupo controle ainda tinha suas feridas medindo entre 0,5 e 1,0 cm. Ao longo de 16 dias ( medida), tem-se 3 ratos do grupo experimental com medida da ferida inferior a 0,5 cm e 7 com total cicatrização. No grupo controle, no entanto, observa-se 3 ratos com tamanho de ferida entre 0,5 e 1,0 cm e 5 com total cicatrização. Na e última medida, verifica-se que todos os ratos do grupo experimental apresentaram cicatrização total de suas feridas, o que ocorreu com 7 do grupo controle, que ainda tinha 1 rato com ferida medindo entre 0,5 e 1,0 cm e 2 com tamanho entre 0,0 e 0,5 cm.

Os dados são sugestivos de que o TT acelera o processo de cicatrização, como demonstra o único estudo anterior existente no Brasil(1) e alguns outros estudos no exterior(2-6), das últimas décadas do século passado. O alto custo da tecnologia propiciou que os estudiosos buscassem alternativas para o cuidado e, estudos como este, demonstram ser possível a viabilização de métodos eficientes no cuidar de indivíduos com feridas crônicas. Infelizmente ainda não temos trabalhos que permitam comparar a velocidade de cicatrização conseguida com o TT e outros métodos de tratamento de feridas.

5 Considerações Finais Como foi apresentado neste trabalho, o TT exerceu influência sobre o processo cicatricial em cobaias com lesões provocadas, conseguindo, ao término de 20 dias, 100% dos ratos do Grupo Experimental com cicatrização total das feridas, enquanto que no Grupo Controle, houve a cicatrização total em 60% deles. É válido ressaltar, que com a confirmação de que tal técnica de imposição de mãos acelera a cicatrização, tem-se um instrumento eficiente e de baixo custo, tanto para o alívio das pessoas que sofrem com suas lesões, quanto da equipe de saúde, que busca melhorar a assistência. Além de estar consoante com a recomendação da OMS no desenvolvimento de alternativas terapêuticas de baixo custo no cuidado de feridas(7).

A limitação deste estudo se pelo tratamento não estatístico dos dados devido ao pequeno número de ratos nos grupos. Fica a recomendação de replicar a pesquisa com grupos maiores, para que os dados recebam olhar estatístico e para que o TT seja utilizado como mais um aliado na "luta diária" travada pelos pacientes e profissionais da saúde.


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