Papel da enfermagem na reabilitação física
INTRODUÇÃO
A história da reabilitação na Enfermagem não é recente. Florence Nightingale,
em 1859, deixava claro em seus escritos, as intervenções de enfermagem
apropriadas para o cuidado e a reabilitação de pessoas lesionadas na guerra.
Entre 1940 e 1950, registrou-se um desenvolvimento significativo na área da
medicina da reabilitação, com a criação de unidades especializadas em
reabilitação física e a formação de médicos fisiatras. No Brasil, o primeiro
modelo assistencial para a reabilitação de pessoas com deficiência física foi
introduzido na década de 1950, essencialmente nos centros reabilitadores.
Entretanto, a atuação do enfermeiro na reabilitação física só foi impulsionada
nos últimos 30 anos, a partir da reabilitação de crianças, adultos e idosos com
deficiências e portadores de doenças crônico-degenerativas(1-2).
Hoje em dia, a reabilitação físico-motora é identificada, cada vez mais, como
um importante componente no processo saúde-doença e no cuidado social de
pessoas com deficiência. Essa ênfase ocorre devido ao aumento significativo no
número de pessoas com doenças crônico-degenerativas e àquelas sobreviventes de
lesões neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC), lesão medular (LM),
e trauma crânio-encefálico (TCE). Esse processo de reabilitação ocorre
principalmente em unidades especializadas em reabilitação, as quais possuem uma
equipe interdisciplinar atuando no atendimento global ao paciente. Os pacientes
em processo de reabilitação, frequentemente, apresentam problemas físicos,
cognitivos e comportamentais, necessitando assim, de um processo de
reabilitação cada vez mais complexo e diversificado(3-4).
A Enfermagem cuida de pacientes em reabilitação, tanto na fase aguda da doença
ou patologia, como na fase crônica. Suas ações são direcionadas para o
favorecimento da recuperação e adaptação às limitações impostas pela
deficiência e para o atendimento às necessidades de cada paciente e família,
dentre as quais se destacam as funcionais, motoras, psicossociais e
espirituais. A todo momento, busca-se a independência do paciente em relação
aos limites físicos, cognitivos e comportamentais impostos pela incapacidade
(5).
O enfermeiro colabora com os demais profissionais da equipe multidisciplinar de
reabilitação, com outros setores de saúde e com a comunidade, construindo e
compartilhando o conhecimento sobre a condição do paciente, a fim de que o
processo de reabilitação alcance níveis de excelência. Os enfermeiros são
reconhecidos como membros da equipe de reabilitação, mas considera-se que o seu
papel continua indefinido e sua contribuição ainda limitada(6). Por isso,
questiona-se o papel do enfermeiro no processo de reabilitação e a maneira como
os próprios enfermeiros e os demais membros da equipe interdisciplinar vêem a
contribuição dos cuidados de enfermagem nesse processo.
A utilização imprecisa dos conceitos revela as dificuldades de pesquisa e da
prática na área da deficiência, o que acarreta problemas na aplicação e na
utilização do conhecimento produzido em diversos países. Isto reforça os
equívocos na escolha do tratamento e no atendimento dispensado às pessoas com
deficiência e aumenta o preconceito e a sua discriminação. Sendo assim, a
revisão e a definição dos conceitos são importantes para o desenvolvimento de
pesquisas na área da reabilitação(7).
Segundo a Classificação Internacional de Deficiências, Incapacidades e
Desvantagens (CIDID) deficiência é uma perda ou anormalidade de estrutura ou
função psicológica, fisiológica ou anatômica, temporária ou permanente. Ela
representa a exterio-rização de um estado patológico, refletindo um distúrbio
orgânico, uma perturbação no órgão. Por sua vez, a incapacidade é uma
restrição, resultante de uma deficiência na habilidade para o desempenho de uma
atividade considerada normal para o ser humano. Surge como consequência direta,
ou é uma resposta do indivíduo à deficiência psicológica, física, sensorial ou
outra. Representa a objetivação da deficiência e reflete os distúrbios da
própria pessoa nas atividades e comportamentos essenciais à vida diária. Já a
desvantagem é o prejuízo para o indivíduo, resultante de uma deficiência ou uma
incapacidade, que limita ou impede o desempenho de papéis de acordo com a
idade, sexo, fatores sociais e culturais. Caracteriza-se por uma discordância
entre a capacidade individual de realização e as expectativas do indivíduo ou
do seu grupo social. Representa a socialização da deficiência e relaciona-se às
dificuldades nas habilidades de sobrevivência(8).
Portanto, a deficiência evoca dimensões descritivas e valorativas referentes ao
contexto sócio-econômico-cultural específico. Ela agrega dois fenômenos
distintos e intrínsecos. O primeiro é a deficiência primária, composta pelos
valores descritivos e engloba os conceitos deficiência e incapacidade. Esse
fenômeno não impede o desenvolvimento do indivíduo, mas pode alterar seus
ritmos e formas usuais. Em segundo, está a deficiência secundária, composta
pelos aspectos valorativo e relativo. Essa deficiência engloba o conceito de
desvantagem, remetendo assim, aos prejuízos que o indivíduo experimenta devido
a sua deficiência e incapacidade, refletindo em sua adaptação e interação com o
meio(9).
Na literatura, encontram-se inúmeras definições para o termo reabilitação. A
reabilitação pode ser descrita como um processo para permitir a restauração das
capacidades numa pessoa com deficiências, de forma a possibilitar a otimização
das funções físicas, psicológicas e sociais ao nível anterior da lesão(10).
Porém, esta definição não contempla referências à manutenção de habilidades
ainda existentes nos deficientes.
Numa definição mais holística para o termo, a reabilitação inclui a promoção da
saúde, a prevenção e redução da deficiência, incapacidade e desvantagem, onde
as potencialidades pré-existentes no paciente são restauradas e é proporcionada
uma oportunidade para uma vida com melhor qualidade, retorno da auto-estima e
da independência(5).
A Organização Mundial da Saúde afirma que o processo de reabilitação da pessoa
com deficiência não deve ser feito de modo isolado, mas sim de forma integrada
com o tratamento do paciente diminuindo as morbidades que atingem essa
determinada população(8).
Frente o exposto, tem se o propósito de revisar a literatura, com objetivo de
refletir e discutir o papel do enfermeiro no processo de reabilitação, sua
contribuição no trabalho de outros profissionais de saúde e nos serviços de
reabilitação. Além disso, pretende-se sugerir formas para o desenvolvimento de
suas ações nessa área de atuação.
MÉTODO
A pergunta norteadora para a construção desta revisão foi "qual o papel da
enfermagem na reabilitação físico-motora?". Para selecionar os estudos de
referência, pesquisou-se nas bases eletrônicas da Biblioteca Vitual em Saúde
(BVS) e Medline. Na base Medline foi utilizado o descritor em inglês, enquanto
na base BVS foi usado em português.
Para a busca dos artigos foram utilizados os descritores padronizados pelo
Medical Subject Heading (MESH) e Descritores em Ciências da Saúde (DeCS), a
saber: "reabilitação", "enfermagem em reabilitação" e o "papel do profissional
de enfermagem". Foram selecionados, por opção metodológica dos autores, somente
os artigos relacionados às palavras-chave e aqueles redigidos em língua
portuguesa, espanhola e inglesa, bem como os publicados a partir de 1990. Os
resultados das buscas eletrônicas foram avaliados e selecionados com a
finalidade de se resgatar artigos considerados como relevantes e excluir
aqueles de menor importância acadêmica na ótica dos autores. Como resultado da
busca, foram encontrados 6.409 artigos na base BVS e 13.695 na Medline.
Foram então seguidas três etapas: na primeira etapa, foram selecionadas as
pesquisa com seres humanos, os textos, na língua inglesa, espanhola e
portugusa, com os descritores pré-determi-nados na base de dados eleita. Os
estudos incluídos faziam referência à reabilitação físico-motora, sendo
excluídos os que focalizavam as reabilitações mental, auditiva e visual.
Na segunda etapa, foram selecionados os textos completos e realizada a triagem
dos artigos, por meio da leitura acurada dos títulos e resumos, sendo incluídos
os estudos realizados sob o enfoque das metodologias quantitativa, qualitativa
e revisões bibliográficas que abordassem o papel da enfermagem na reabilitação.
Sendo excluídos trabalhos de cunho epidemiológico, de validação de instrumentos
e de avaliação da qualidade de vida com uso de escalas, além dos editoriais,
entrevistas e resenhas de livro. Após essa duas etapas 41 artigos na BVS e 139
artigos na Medline. Os estudos que preenchiam os critérios de inclusão foram
obtidos integralmente.
Na terceira etapa, ocorreu a avaliação crítica dos artigos após a leitura dos
trabalhos, na íntegra, sendo assim, incluídos para análise. Foram considerados
relevantes 48 estudos, que abordavam o papel da enfermagem, na reabilitação
físico-motora.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Através do processo de análise foi possível identificar artigos com temas em
comum, categorizando-os em o papel do enfermeiro no cuidado terapêutico, no
trabalho em equipe e enfermeiro como defensor do paciente.
Papel do enfermeiro no cuidado terapêutico
As pesquisas sobre o papel da enfermagem na reabilitação focalizam os aspectos
psicomotores (a ação propriamente dita). Essas ações são consideradas "tarefas
manuais rotineiras" que são realizadas por seus exercentes, algumas das quais
são consideradas mais simples, outras mais complexas, como: banho, curativo,
mobilização no leito, sondagem vesical, verificação de sinais vitais. Tais
ações sugerem um papel mínimo do enfermeiro, uma vez que a maior parte dos
cuidados relativos à manutenção e ganho de habilidades dos pacientes são
prescritas pelos demais profissionais da equipe de reabilitação(11).
Por sua vez, outros estudos indicam que o papel do enfermeiro no cuidado seja
mais amplo, envolvendo atividades independentes dos demais profissionais(12).
Entre essas atividades, são descritas as características do trabalho de
enfermagem, a busca pela independência funcional dos pacientes através do
autocuidado, o treinamento dos pacientes para a execução das atividades da vida
diária, o estabelecimento do relacionamento terapêutico com os pacientes, além
da promoção e educação para saúde. No desenvolvimento dessas atividades, são
utilizados materiais educativos, informações em grupos com problemas ou
preocupações semelhantes, o envolvimento do paciente e de seus familiares no
planejamento e implementações dos planos para as modificações no modo de vida e
no comportamento(13).
Salienta-se a importância do enfermeiro avaliar funcionalmente o paciente, a
fim de determinar as potencialidades deste para o autocuidado, além de atender
às necessidades básicas diárias, ou seja, as "atividades da vida diária"(AVDs)
(14). Entre as AVDs incluem-se a capacidade para alimentar-se, aprontar-se,
banhar-se, vestir-se, ter continência vesical e intestinal, usar o banheiro e
higienizar-se, transferir-se.
A independência na realização das AVDs é de grande importância na vida das
pessoas, pois envolve questões de natureza emocional, física e social.
Independentemente da faixa etária, a dependência pode alterar a dinâmica
familiar, os papéis desenvolvidos pelos seus membros, interferindo nas relações
e no bem estar da pessoa dependente e dos seus familiares.
Outra característica do papel do enfermeiro, identificada na literatura,
refere-se à promoção do bem-estar físico ao paciente, incluindo os cuidados com
a pele, nutrição e o conforto, além de reforçar os ensinamentos dos outros
profissionais da equipe de reabilitação(15).
Entretanto, para direcionar o cuidado de enfermagem, os enfermeiros estão
utilizando cada vez mais os modelos conceituais, que permitem o desenvolvimento
de ações fundamentadas, guiando a implantação do processo de enfermagem. A
utilização do processo de enfermagem na assistência ao paciente em reabilitação
física, tem permitido a identificação de diagnósticos e intervenções de
enfermagem. Entretanto, reforça-se a necessidade de desenvolvimento de estudos
para validar o foco da prática da Enfermagem, conferindo ao enfermeiro
reabilitador maior visibilidade(16-17).
Papel do enfermeiro no trabalho em equipe
Nota-se duas linhas de pensamento quanto ao papel do enfermeiro na equipe
interdisciplinar. A primeira demonstra que o papel do enfermeiro na equipe
multidisciplinar de reabilitação ainda carece de especificidade(18). Apesar de
ser fundamental no processo de reabilitação e membro indispensável na equipe
multidisciplinar, ele raramente é visto como um colaborador nesse processo,
sendo muitas vezes ignorado e desvalorizado. O fator determinante é a falta de
percepção do enfermeiro quanto à sua participação nesse processo. O seu papel
não é reconhecido ou valorizado por ele mesmo, quanto mais pelos demais
profissionais da equipe de reabilitação, considerando que os profissionais que
detem maior domínio no processo de reabilitação são o fisioterapeuta e o
terapeuta ocupacional(16,19).
Outras pesquisas identificaram ambiguidades e falta de especificidade nos
registros de enfermagem, o que não refletia o cuidado prestado por esses
profissionais(20). Além disso, a falta de comunicação entre os membros da
equipe multidisciplinar determinou a piora na qualidade do processo de
reabilitação. Portanto, a comunicação entre os enfermeiros e os demais membros
da equipe interdisciplinar deve ser uma meta, pois é essencial.
A segunda linha de pensamento considera os enfermeiros como ideais para
coordenar e integrar um programa de reabilitação, devido a uma habilidade
inestimável para gerenciar o cuidado indireto e direto aos pacientes e
familiares(21).
Geralmente, o contato dos demais membros da equipe de reabilitação com o
paciente ocorre em períodos curtos e com tempo limitado. Isso acontece em
sessões terapêuticas ou em consultas. Estes períodos limitados podem determinar
um déficit no processo de reabilitação, principalmente pela dificuldade de
comunicação entre os demais membros(22). Usualmente, os programas de
reabilitação durante os fins de semana encontram-se sem atividades para os
pacientes, determinando assim, uma ruptura na terapia. A consequência desse
fato é o aumento no período de internação do paciente.
Portanto, os enfermeiros são fundamentais no processo de reabilitação e suas
ações têm sido valorizadas. Possuem um papel integral no cuidado de pessoas em
reabilitação, sendo inclusive considerados essenciais na equipe de
reabilitação. A presença em período integral do enfermeiro com o paciente,
proporciona ao restante da equipe de reabilitação um conhecimento sobre suas
condições funcionais e emocionais, em momentos determinados da reabilitação.
Assim, ele pode compartilhar as informações com os outros membros da equipe e
colaborar para a potencialização das ações profissionais. Neste sentido, pode-
se afirmar que o papel do enfermeiro na área de reabilitação está em expansão
(19,23).
Os enfermeiros são os únicos profissionais que mantém cuidados contínuos aos
pacientes. Portanto, podem aperfeiçoar o processo de reabilitação. Um estudo de
revisão de artigos sobre reabilitação cardíaca, evidenciou que 84% dos
programas de reabilitação coordenados por enfermeiros tinham resultados
excelentes(21).
Papel do enfermeiro como advogado
Todos os objetivos do processo de reabilitação são relevantes e nenhum é mais
importante que outro. Eles visam a independência do paciente durante a
realização das atividades de vida diária. O contato constante do enfermeiro com
o paciente pode proporcionar o reconhecimento do seu estado emocional a fim de
intervir de maneira que os resultados almejados por ele possam ser alcançados,
satisfazendo às suas expectativas(24).
Para que isso ocorra, é da responsabilidade do enfermeiro criar um ambiente
confortável para o paciente, além de proporcionar um cuidado eficaz, competente
e ético, com diretrizes bem definidas, potencializando os resultados esperados
no processo de reabilitação.
Entretanto, só a competência do enfermeiro não preenche as necessidades do
paciente. Um serviço que forneça o cuidado na comunidade onde estes pacientes
moram é fundamental para a sua re-inserção na sociedade. Esse serviço deve
proporcionar ao paciente a sua inclusão através do planejamento, coordenação e
avaliação constante de suas necessidades. Esse serviço é dependente de recursos
financeiros, que quase sempre são escassos, por isso, existe uma necessidade de
priorizar os recursos.
O enfermeiro deve promover o respeito e o bem-estar do paciente, protegendo os
seus interesses. Uma extensão do papel do enfermeiro é a cooperação para a
inclusão do paciente em reabilitação na sociedade. O enfermeiro realiza um
diagnóstico sobre os pontos necessários para a mudança no ambiente físico,
social, político-econômico para que o paciente seja incluído da melhor forma
possível em sua comunidade, apoiando-o em suas decisões(13).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nesta revisão foi possível observar três categorias predominantes para o papel
do enfermeiro: o cuidado terapêutico, o trabalho em equipe e o de advogado do
paciente. Observa-se nessas categorias a importância do reconhecimento por
parte do enfermeiro sobre o seu papel no processo de reabilitação. É evidente
que, com as constantes mudanças e a expansão na prática dos cuidados, seja
introduzida certa incerteza sobre os limites no papel do enfermeiro, mas isso
não justifica que ele não reconheça o seu papel.
No cuidado terapêutico, evidencia-se a multiplicidade dos focos, processos e
papéis do cuidado do enfermeiro. Além de uma ênfase atual nos estudos de
identificação de diagnósticos e intervenções de enfermagem, durante o processo
de reabilitação, o que demonstra a preocupação do enfermeiro na construção de
um vocabulário próprio e preciso(25). Esta aplicação eficaz de princípios,
métodos e técnicas, vêm erriquecendo conhecimento do enfermeiro na área da
reabilitação.
Quanto ao trabalho em equipe, a literatura revela que os enfermeiros
proporcionam uma continuidade no processo de reabilitação. Isso ocorre porque
eles estão envolvidos integralmente neste processo. Assim, o conhecimento sobre
o estado de saúde do paciente é repassado aos outros membros da equipe, afim de
que o programa de reabilitação seja estabelecido da melhor forma possível,
ajustando os objetivos, para que os resultados esperados sejam alcançados.
Entretanto, o reconhecimento do papel do enfermeiro no processo de reabilitação
por seus pares e pelos demais membros da equipe multidisciplinar, faz-se
necessário para que a qualidade do processo de reabilitação alcance os níveis
de excelência desejados. A falta de comunicação entre os enfermeiros e os
demais membros da equipe pode determinar uma piora no processo de reabilitação.
O uso de linguagem normatizada, que seja útil para a prática profissional,
específica e capaz de ser documentada e que possibilite a eliminação de
ambiguidades, é um caminho a ser considerado pelo enfermeiro.
Existe um consenso na literatura de que a presença do enfermeiro influencia a
qualidade da assistência ao paciente prestada por qualquer hospital. Isso
ocorre porque paciente deposita nele a sua confiança e aceita os seus
ensinamentos. A concepção de um ambiente confortável, um cuidado eficaz e ético
proporciona um maior progresso no processo de reabilitação do paciente.
Por tudo isso, é imperativo que o enfermeiro adquira conheci-mentos através de
programas de aprendizagem e treinamento, aperfeiçoando-se na especialidade de
reabilitação.