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EuPTCVHe0874-02832013000100007

National varietyEu
Year2013
SourceScielo

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Motivos para a procura de mestrados: estudo exploratório com enfermeiros

Introdução As possibilidades e diversidade de mestrados oferecidos em Portugal tem aumentado e a diversidade percebida retêm a atenção (Dubois, 1998, p. 209), atenção essa que varia em função do interesse. Contudo, a informação disponível sobre os motivos que levam os alunos a ingressar nesse nível de ensino formação ou as razões da escolha da área de formação e da instituição é muito escassa.

Conhecer esses motivos é uma tarefa importante para as instituições de ensino superior, pois permite interpretar a procura dos cursos e as expectativas dos seus estudantes. Além dessa compreensão, pode assumir um propósito de sobrevivência e até de crescimento institucional (Tachizawa e Andrade, 1999).

A competitividade, a qualidade do ensino, a aproximação às pessoas pela interação direta com a comunidade educativa, a satisfação com os cursos e a inovação são também aspetos que podem ser entendidos como determinantes para acrescentar valor às instituições.

Neste enquadramento, definimos como objetivo deste estudo: identificar os motivos que influenciam a tomada de decisão dos enfermeiros na escolha do mestrado e na escolha da instituição onde será realizado. Para a sua consecução delineamos um estudo qualitativo exploratório, com amostra de conveniência de enfermeiros a frequentar curso de mestrado em 2011-2012, junto de quem recolhemos dados através de questionário. Os dados obtidos foram tratados e analisados de acordo com a técnica de análise de conteúdo.

Enquadramento teórico Na perspetiva de que todos os fenómenos sociais podem ser explicados nos termos das ações individuais, recorremos ao contributo da Teoria da Escolha Racional.

Esta teoria está ligada à racionalidade cognitivo-instrumental. Segundo Scott (2000), conduziu muitos cientistas a pensarem teorias em torno da ideia fundamental da razão e, mais do que isso, na ideia de que os indivíduos calculariam os custos e os benefícios possíveis das ações antes de decidirem o que fazer. Pressupõe que, perante uma situação os indivíduos agem racionalmente a fim de maximizar as possibilidades de alcançar os seus objetivos. Mais do que isso, os indivíduos antecipam os resultados das ações e considerar qual será a alternativa melhor ou a que lhes trará mais satisfação.

Nas palavras de Downs, a simplificação de que as decisões sempre são tomadas por mentes racionais é necessária para que haja uma previsão de comportamento, que este, quando tomado aleatoriamente, não obedece a nenhuma lógica. Ou seja, as ações humanas podem ser previstas caso formem padrões (1999, p. 26).

Segundo o mesmo autor, um indivíduo racional comporta-se da seguinte forma: (1) consegue tomar uma decisão quando confrontando com várias alternativas; (2) classifica as alternativas por ordem de preferência; (3) escolhe, dentre as alternativas possíveis, aquela que fica em primeiro lugar em seu ranking de preferência; e (4) toma a mesma decisão sempre que, nas mesmas circunstâncias, é confrontado com as mesmas alternativas.

Independentemente das origens dos interesses e preferências dos indivíduos, elas são estáveis e ordenadas hierarquicamente. Donde, conhecendo ou pressupondo os objetivos dos indivíduos, é possível elaborar modelos que descrevam as estratégias mais racionais para a sua realização em diferentes contextos.

A abordagem por interesses e opiniões serve para procurar compreender os consumidores através do que fazem e do que pensam, numa vasta gama, de situações da vida social (Dubois, 1998), pelo que nos podemos apropriar da sua aplicação para a análise das opções de mestrado.

Na maioria dos países europeus foi adaptado um sistema de três ciclos de formação (bachelor, master, doctor), que levou à diminuição da frequência apenas dos cursos de ‘bachelor' e aumentou a frequência e obtenção de graus do 2.º e 3.º ciclo, o que se tem revelado um indicador importante para a sociedade e para as questões educacionais.

Ao longo dos últimos anos, tem-se assistido a um aumento significativo do número de mestrados a funcionar em Portugal. Nessa linha, no período 1990- 2006, o número de diplomados com o nível de mestre quintuplicou. No período de 2000-2001, verifica-se um aumento de 23% de diplomados relativamente a 1995/96 e um aumento de 48% no período 2005/06 face ao período de 2000/01 (Araújo e Bento, 2008, p.7).

Não obstante razões pessoais e profissionais consideradas, por vários autores, para a decisão de investir na formação a nível de mestrado (Watkins, 2011) e apesar do aumento referido, verificamos que, em algumas instituições do ensino superior em Portugal, no momento atual, a procura está a decrescer relativamente ao número de vagas oferecidas.

Da pesquisa realizada, os aspetos relacionados com a escolha da instituição de ensino superior que se destacam são o prestígio académico (Alves, 1999), a localização geográfica, o valor da mensalidade, a qualidade do ensino, a formação académica/nível de conhecimento do corpo docente (Mund, Durieux e Tontini, 2001), a imagem da instituição, status social, marca, tradição muitas vezes associadas ao prestígio, qualidade do ensino, práticas pedagógicas e corpo docente (Palácio, Meneses e Pérez, 2002), a inovação como fator decisivo para a visibilidade que se pretende, das instituições no meio académico e social (Mavondo, Chimhanzi e Stewart, 2005) e instalações, localização e infraestruturas (Aléssio, Domingues e Scarpin, 2010).

Relativamente às representações da qualidade do ensino superior, Rebelo et al.

(2009) levaram a cabo um estudo onde identificaram 12 indicadores de qualidade agregados em quatro categorias principais: Infra-estruturas e recursos, Perfil e estrutura do curso, Empenho dos docentes e Metodologias de ensino. Os resultados revelam a importância das instalações e recursos, quer pelo número suficiente, quer pelo acesso e disponibilidade de utilização. O currículo escolar deve organizar-se pelo perfil de competências dos graduados e pelas necessidades do mercado/entidades empregadoras. Os docentes e as metodologias de ensino devem centrar-se numa aprendizagem ativa pelos estudantes, motivadora, numa relação de compromisso, fomentar a responsabilidade na aprendizagem e apostar num corpo docente competente e atualizado.

Se no momento atual, a procura neste nível de formação está a decrescer, importa conhecer fatores que a determinam, para a poder tornar a oferta mais atrativa no momento da tomada de decisão dos candidatos. Assim, para este estudo, tivemos como questão de partida: quais os motivos que influenciam os enfermeiros para a procura de mestrados?, e foi delineado o seguinte objetivo: identificar os motivos que influenciam a tomada de decisão dos enfermeiros na escolha do mestrado e na escolha da instituição onde será realizado.

Metodologia A razão de ser desta investigação é a de contribuir, ainda que de modo limitado, para a produção de conhecimento sobre os motivos que influenciam a tomada de decisão dos enfermeiros na escolha do mestrado, bem como na escolha da instituição onde é realizado, gerando um efeito renovador e reflexivo sobre práticas e comportamentos, com origem no agente da oferta.

Dada a natureza exploratória do estudo, que segundo Churchill (1979, p.66) consiste no parecer de uma amostra de pessoas que podem contribuir com algumas ideias e conhecimentos relativos ao fenómeno a investigar, e embora esteja inserido num complexo contexto de mercado, optou-se por abordar apenas dois aspetos: a escolha do curso de mestrado e a escolha da instituição.

O estudo destinou-se a enfermeiros a frequentar o curso de mestrado no ano letivo 2011-2012. Trata-se de uma amostra de convivência. A abordagem e entrega do questionário a cada aluno de mestrado foram por contacto individual e direto, pelos investigadores, em fevereiro de 2012.

Consideramos estar garantidos os direitos à recusa de participação e de consentimento informado, pois ao receberem o questionário podiam preencher ou não e quem preencheu e devolveu considerámos sentir-se informado e voluntario na participação. Foram também considerandos a confidencialidade e o anonimato, bem como o sigilo. Inclusive, não utilizamos o texto total das respostas, mas unidades de contexto apresentadas em enxertos de parágrafo.

Para orientar a investigação no sentido de atingir o seu objetivo principal, foram, então, formuladas as principais questões decorrentes do foco de análise referido: Razões que o levaram a escolher o mestrado que está a frequentar; Razões que o levaram a escolher a instituição (escola/faculdade/ universidade ).

Os dados obtidos através de questionário com perguntas abertas, foram tratados e analisados de acordo com a técnica de análise de conteúdo (Bardin, 2009), a qual inclui um conjunto alargado de técnicas de análise das comunicações, que utiliza procedimentos sistemáticos e objetivos, de descrição do conteúdo das mensagens. Para o tratamento da informação procedeu-se à codificação dos dados, isto é, optou-se pelo tema enquanto unidade de registo, pela frequência enquanto regularidade quantitativa de aparecimento no texto e pela definição de categorias e de subcategorias ao nível da classificação e agregação dos dados.

No processo de análise e interpretação de conteúdo codificou-se cada entrevista com a letra Q seguida da ordem de participação (Q1, Q39).

Resultados e discussão Participantes Responderam ao questionário 39 enfermeiros, destes 27 frequentaram um mestrado na área da ‘gestão em saúde'. Em relação à idade dos inquiridos, a média é de 36,41 ± 7,55 anos, variando entre 22 e 52 anos. Os anos na profissão variam de 0 a 28, sendo a média é de 14,00 ± 7,18 anos (Quadro_1).

Quadro_1

A maioria (79,48%) é do sexo feminino. Quanto à categoria profissional, 92,30% são enfermeiros. 61,54% dos inquiridos são detentores de formação ao nível do curso de pós-licenciatura de especialização/ especialidade em enfermagem (Quadro_1).

Da análise efetuada às ´razões que o levaram a escolher o mestrado que está a frequentar' emergiram três categorias centrais, que designamos por Necessidade de formação; Perspetiva de progressão na carreira e Motivação para a área do conhecimento, conforme se apresenta na Figura_1.

A qualificação da população constitui fator crucial, indispensável para que o País possa prosseguir o desenvolvimento sustentado necessário à melhoria das condições de vida e segurança das populações. Por outro lado, para responder às atuais exigências e enfrentar a mudança, o enfermeiro necessita de adquirir novos conhecimentos e habilidades.

A valorização pessoal e intelectual constitui um motivo relevante para a procura do mestrado. Os estudantes inquiridos demonstram considerar o mestrado como um meio de amplificar os conhecimentos sobre determinado assunto. A valorização profissional foi um dos motivos encontrados por Araújo e Bento (2008) na justificação da escolha pela realização do mestrado, a promoção na carreira mereceu lugar muito residual na escolha dos inquiridos.

Num estudo realizado em diferentes países, Watkins (2011) refere que o desenvolvimento e oportunidades de carreira foi uma das principais razões para a realização de estudos a nível de mestrado, citada pelo grupo alemão.

Quaisquer dos motivos referidos perpassam as opiniões por nós recolhidas, nomeadamente através da perspetiva da necessidade de formação e de progressão na carreira, como se observa nos segmentos de texto seguintes: Estar em funções de e reconhecer necessidade de formação na área...Q3 Relacionar-se com a minha área de trabalho, aprofundar conhecimentos Q9 é muito importante para quem quer progredir na carreira Q10 é o mais transversal a qualquer unidade onde possa trabalhar Q4 ... transversal a qualquer serviço de saúde Oportunidade de emprego sobretudo noutros países da união europeia. Q11 Na atual conjuntura nacional e internacional denotam-se dificuldade para os diplomados na obtenção de um primeiro emprego, pelo que os jovens licenciados equacionam continuar os seus ciclos de estudos. Esta situação pode alinhar-se com a perspetiva de carreira. A opinião dos nossos participantes ilustra-se com a seguinte expressão: A dificuldade em arranjar emprego levou-me a continuar a investir na minha formação, assim optei pelo mestrado em enfermagem na área da gestão por ser transversal às diferentes áreas de Enfermagem que não sei em que área irei trabalhar. Outra razão é o facto da formação em gestão na profissão de Enfermagem tem vindo a ganhar uma maior relevância. Q14 Não é nosso propósito estudar a motivação enquanto compreensão das forças que movem as pessoas para diferentes comportamentos, pensamentos ou ações. Mas, devemos ter presente que motivos que impulsionam as pessoas a diferentes comportamentos e ao interesse por uma área, em detrimento de outra. A área do conhecimento, entendida como o conjunto de conhecimentos interrelacionados, construído coletivamente, organizado segundo a natureza do objeto de estudo e com finalidades de investigação, ensino e aplicações práticas, não constitui exceção à presença desses motivos.

Sendo inúmeras as áreas do conhecimento e consequentemente as áreas de oferta formativa, ilustramos a ‘motivação para a área do conhecimento', as seguintes expressões: Nunca coloquei como hipótese realizar um mestrado para obter o grau de mestre. Teria que ser numa área de conhecimento com a qual me pudesse relacionar e que trouxesse mais-valias para a minha vida profissional e académica. Q7 Motivação pessoal para estudar temas de gestão e economia na área da saúde. Q24 Da análise de conteúdo efetuada relativamente às razões que o levaram a escolher a instituição (escola/faculdade/universidade ), emergiram três categorias centrais, designadas de: Natureza instrumental; Natureza afetiva e Natureza institucional e pedagógica.

Dentro destas categorias enquadram-se diferentes subcategorias, conforme se pode observar pela figura_2 relativa à estrutura temática emergente da escolha da instituição (escola/faculdade/universidade ).

Escolher uma instituição perto de casa é uma maneira para muitos estudantes para aliviar parte dos custos da formação (Terenzini, Caberera e Bernal, 2001).

A importância atribuída à proximidade da área de residência, bem como os custos associados à formação é notória nas seguintes referências: podendo compatibilizar a vida profissional, familiar e académica. Q8 a distância do domicílio e a diversidade de escolha. Q27 custo global (propinas + deslocações). Q2 Chiavenato (1997) aponta o processo de decisão como o processo de análise e escolha entre várias alternativas disponíveis. Processo esse que é complexo e está sujeito às características individuais do decisor quanto da circunstância em que está envolvido e da maneira como compreende essa situação.

Embora se possa pensar que as decisões sejam tomadas de forma racional, na prática não é isso que acontece. As decisões tendo uma componente racional, são tomadas com base em propósitos, intuição e experiência anterior. Ou seja, a natureza afetiva alicerça o processo de tomada de decisão. A ilustração das escolhas é expressa nas seguintes frases: como tenho boas experiências de aprendizagem e tive a oportunidade de conhecer bons professores apesar da exigência, não arrisquei a frequência de outra escola. Q17 Perspetiva de estudar com estudantes/profissionais de diferentes áreas. Q21 Referência de colegas que tinham realizado mestrado na faculdade e me terem referenciado que se sentiram muito apoiados que o grau de exigência era grande mas que se ficava com bastantes conhecimentos. Q22 licenciatura efetuada na mesma instituição. Q31 Um dos elementos que é ponderado pelos futuros mestrandos relaciona-se com a organização da formação. Esta será, muitas das vezes, o fator competitivo e diferencial entre as diversas ofertas (Araújo e Bento, 2008). Uma política de diferenciação dos serviços oferecidos indo para além do quadro estrito, pode compensar eficazmente a diferença (Dubois, 1998).

A natureza institucional e pedagógica, expressa em credibilidade e prestígio da instituição, em qualidade do ensino e no plano curricular, é reconhecido e encontra expressão em: excelentes conteúdos programáticos. Q12 O Plano de estudos, cujos conteúdos me pareceram aliciantes. Q34 O conteúdo das disciplinas divulgado suscitou interesse, pela possibilidade de adquirir competências diferentes das que tinha. Q24 prestígio da instituição, e o reconhecimento na qualidade do ensino. Q31 Prestígio e experiência do corpo docente/instituição no ensino da área. Q24 O principal motivo foi ter conversado com colegas que tinham realizado e Q22 prestígio da instituição com a qualidade dos professores e onde os alunos são considerados importantes. Q10 Os dados que passamos a apresentar correspondem particularmente aos alunos que apenas frequentam mestrado de gestão na área da saúde. Analisámos comparativamente as respostas destes alunos (n=27) de duas instituições diferentes, sobre as razões que o levaram a escolher a instituição (escola/ faculdade/universidade ), uma vez que na mesma cidade coexistem diferentes ofertas formativas. Relativamente às categorias e as subcategorias identificadas apresentamos a frequência como medida da unidade de registo, que de acordo com Bardin (2009, p.134) a importância de uma unidade de registo aumenta com a frequência de aparição.

De acordo com o Quadro_2, os alunos que escolheram a instituição A referem predominantemente aspetos de natureza instrumental e afetiva, enquanto os que escolheram a instituição B referem predominantemente aspetos de natureza institucional e pedagógica. Relativamente a estes, a credibilidade e a qualidade do ensino destacaram-se ambos com 10 referências.

Entendemos que as exigências de formação que se colocam hoje em dia aos professores universitários remetem-nos para um desempenho profissional e práticas pedagógicas cada vez mais atuais e inovadoras. Do estudo realizado por Ventura et al. (2011) acerca das caraterísticas do ‘bom professor' emergem três categorias: Dimensão Humana, Dimensão Técnica e Dimensão Ideológica. As caraterísticas mais referenciadas pelos estudantes dos cursos de pós- licenciatura e especialização em enfermagem foram, respetivamente, na Dimensão Humana: estar disponível/acessível e cativa/motiva os estudantes (ambas com 10 referências), respeita a individualidade/valoriza os estudantes (9 referências) e competências relacionais (6 referências). Na Dimensão Técnica: atitude pedagógica (19 referências), saber expor os conhecimentos (8 referências), dinâmico/criativo/inovador e domina a matéria que leciona (ambos com 6 referências). Na Dimensão Ideológica: direciona o ensino para as práticas profissionais/realidade (6 referências). Estes resultados são concordantes com outras pesquisas realizadas (Gabrielli e Pelá, 2004; Cabalín e Navarro, 2008; López et al., 2010).

Somos da opinião que a credibilidade e qualidade do ensino de uma instituição do ensino superior também se revela pela qualidade dos seus docentes, cujas características aqui enumerámos sucintamente.

Conclusão Pese embora o facto de qualquer modelo explicativo e da metodologia do estudo em questão serem necessariamente restritivos não enquadrando todas as decisões, o que se identifica como limitação do estudo, sistematizámos ideias relacionadas com a escolha da formação a nível do 2.º ciclo, o que pode contribuir para a compreensão da situação atual e para o planeamento de marketing junto de potenciais estudantes.

Longe de esgotar as discussões que envolvem as questões colocadas evidencia-se a necessidade de formação, a perspetiva de progressão na carreira e a motivação para a área do conhecimento, como razões dos enfermeiros para a escolha do curso de mestrado.

Na escolha da instituição salientamos a natureza instrumental (proximidade da residência e vertente custos), a natureza afetiva (conhecimento anterior e referências de outrem) e a natureza institucional e pedagógica (credibilidade, qualidade do ensino e plano curricular) como principais motivos.

Este estudo, de alguma forma reduzido, permite-nos elencar algumas sugestões, nomeadamente a importância de se alargarem as questões dirigidas aos participantes, e o número de participantes, bem como abranger maior número de cursos de mestrado e de instituições.


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