Produção do conhecimento acerca da formação do enfermeiro: um estudo
bibliométrico
INTRODUÇÃO
A Reforma Sanitária Brasileira iniciada no final dos anos 1970 ocorreu como
resposta à insatisfação e descontentamento existente entre profissionais da
saúde, trabalhadores, donas de casa e usuários dos serviços públicos de saúde
em geral, em relação aos direitos de cidadania, acesso, serviços e forma de
organização do sistema de saúde brasileiro e se concretizou a partir da
organização do chamado "movimento sanitário" e de uma produção significativa de
estudos e pesquisas no campo das políticas de saúde que indicavam as relações
entre saúde e estrutura social(1-2).
No início dos anos 1980 se desenvolveram as chamadas Ações Integradas de Saúde
- AIS, o primeiro desenho estratégico de cogestão, de desconcentração e de
universalização da atenção à saúde. Em meados dessa mesma década realizou-se a
VIII Conferência Nacional de Saúde, marco da luta pela reforma da saúde, que
levou à criação do SUS(1-2).
O SUS é, portanto um produto da Reforma Sanitária Brasileira e foi criado pela
Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 incorporando,
parcialmente, as propostas estabelecidas por esse movimento definindo a saúde
como um direito social, cuja garantia é responsabilidade do Estado, assegurado
mediante duas condições básicas: políticas públicas econômicas e sociais, e
acesso a todos os brasileiros a serviços e ações de saúde (1-2).
Dentre as mudanças ocorridas no setor de saúde está a responsabilidade do SUS
no ordenamento da formação de recursos humanos da área. Destacam-se também a
construção social contínua exigida pelo sistema e as mudanças de paradigmas do
processo saúde-doença(3), entendendo a saúde como um processo complexo, produto
da história de vida, da cultura, do social e econômico, das condições de vida e
trabalho, da subjetividade, dos valores, desejos e das relações afetivas das
pessoas e da coletividade.
Com a implantação do SUS há uma expansão do mercado de trabalho em saúde
coletiva iniciando-se o diálogo entre várias disciplinas com o objetivo da
produção de conhecimento sendo, no entanto, necessário inventar novas práticas
em saúde, que superem as ações fragmentadas do modelo biomédico ainda tão
enraizadas(4).
A formação dos profissionais de saúde deve, portanto, estar orientada para
atender estas mudanças paradigmáticas, tendo como foco o cuidado centrado no
sujeito enquanto ser histórico e social, percebido em sua integralidade e ativo
no processo de saúde-doença. É preciso também considerar "a importância de um
projeto político-pedagógico para sustentar a formação profissional"(5).
Desta forma as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação da área da saúde
(2) - as quais se constituem nas orientações para construção dos currículos a
serem obrigatoriamente adotadas pelas instituições de ensino superior - foram
formuladas no ano de 2001, estabelecendo o conceito de saúde, os princípios e
diretrizes do SUS como elementos fundamentais na construção da articulação
entre Educação Superior e Saúde. Tais Diretrizes passaram a ter como objeto:
Permitir que os currículos propostos possam construir perfil
acadêmico e profissional com competências, habilidades e conteúdos,
dentro de perspectivas e abordagens contemporâneas de formação
pertinentes e compatíveis com referencias nacionais e internacionais,
capazes de atuar com qualidade, eficiência e resolutividade, no
Sistema Único de Saúde (SUS), considerando o processo da Reforma
Sanitária Brasileira(6).
A formação e a educação em saúde, ao longo dos últimos anos e no contexto da
reforma sanitária intensificaram movimentos voltados para a construção de
outras possibilidades pedagógicas que impulsionaram propostas de mudança na
formação(7). As diretrizes Curriculares Nacionais correspondendo a esta nova
realidade estabelecem ainda como objetivos:
Levar os alunos dos cursos de graduação em saúde a aprender a
aprender que engloba aprender a ser, aprender a fazer, aprender a
viver juntos e aprender a conhecer, garantindo a capacitação de
profissionais com autonomia e discernimento para assegurar a
integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento
prestado aos indivíduos, famílias e comunidades(6).
Nessa perspectiva, o presente estudo, busca identificar as produções de teses e
dissertações de enfermagem catalogadas no Centro de Estudos e Pesquisas em
Enfermagem que abordem a formação do enfermeiro, considerando as Diretrizes
Curriculares Nacionais na perspectiva da formação para o SUS.
Nesse sentido, este estudo parte do entendimento que a formação para o SUS
fundamenta o processo de educação superior através do desenvolvimento de
competências e habilidades, a partir da flexibilização dos currículos conforme
a realidade local e regional e da implementação de Projetos Políticos
Pedagógicos criativos e norteados nos princípios do SUS. Essa premissa aponta
novas configurações para os padrões curriculares, até então vigentes, indicando
a necessidade de uma reestruturação dos cursos de graduação com mudanças
paradigmáticas no contexto da comunidade acadêmica e sociedade.
METODOLOGIA
Trata-se de um estudo bibliométrico e descritivo, realizado no catálogo de
Teses e Dissertações do Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem - CEPEn. A
bibliometria permite a quantificação de comunicação escrita(8). A base de dados
CEPEn está disponível online, é o maior banco de teses e dissertações em
enfermagem do Brasil.
A seleção das publicações catalogadas foi feita mediante critérios de inclusão
e exclusão. Assim selecionaram-se os trabalhos que abordavam formação de
enfermagem para o Sistema Único de Saúde, Diretrizes Curriculares Nacionais de
enfermagem e Projeto Político Pedagógico. A pesquisa compreendeu os catálogos
de 2003 a 2007, este critério de inclusão do ano inicial é devido à aprovação
das diretrizes curriculares nacionais em 2001. Os critérios de exclusão foram
trabalhos que não apresentavam enfoque na formação ou aderência aos temas
pesquisados.
Uma primeira seleção foi realizada através da leitura dos títulos e,
posteriormente, a partir dos resumos e nos trabalhos completos as informações
para a categorização. Elaborou-se uma ficha de catalogação para coleta de dados
contendo os seguintes dados bibliométricos: tema do trabalho, autor,
instituição de ensino, ano de publicação, titulação da pesquisa (dissertação ou
tese), tipo de pesquisa, referencial teórico filosófico e metodológico. Após
leitura e fichamento das publicações, analisaram-se qualitativamente os dados
referentes ao tema e referencial teórico, sendo estes classificados em
categorias temáticas. Os demais dados foram analisados quantitativamente.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Foram encontrados nos catálogos 2.218 resumos de trabalhos, entre os quais
1.618 dissertações (73%) e 600 teses (27%), sendo selecionadas 27 pesquisas que
atendiam ao critério de inclusão previamente estabelecido. Os resultados foram
agrupados em forma de tabela para melhor visualização e compreensão. Quanto ao
ano de publicação do trabalho no catálogo do CEPEn, encontramos maior
freqüência no ano de 2006 (33,33%), seguido de 2004 (25,92%), em 2005 (22,22%),
em 2007 (14,81%) e 2003 (3,73%). Estes resultados podem estar evidenciando uma
maior preocupação e interesse no tema a partir da homologação em 2001 das
Diretrizes Curriculares Nacionais e a consequente alteração nos currículos.
Quanto à característica da produção evidenciou-se maioria em teses (55,55%) e
(44,45%) em dissertações As dissertações e teses defendidas representam cinco
instituições de ensino superior, todas públicas, demonstrando o interesse
destas escolas em pesquisar temáticas relacionadas à qualidade da formação do
enfermeiro, bem como, evidenciando que é na escola pública onde ocorre maior
desenvolvimento de pesquisas e produção do conhecimento científico. Sendo uma
destas instituições divididas em duas escolas de enfermagem, localizadas em
municípios diferentes, São Paulo e Ribeirão Preto. Houve um predomínio de
pesquisas desenvolvidas na região sudeste. A tabela_01 apresenta os trabalhos
de acordo com a região e instituição de defesa.
Quanto à modalidade da pesquisa, verificou-se predomínio de estudos
qualitativos (89%), quantitativos (7%) e quanti-qualitativos (4%). Esse
resultado dá subsidio para a prática de enfermagem na formação, pois esta lida
com a vida das pessoas, com a subjetividade, crenças, valores e atitudes. A
investigação qualitativa(9)trabalha com representações, opiniões, hábitos,
aprofundando a complexidade de fatos sejam eles individuais ou coletivos. A
tabela_04 apresenta a modalidade de pesquisa encontrada nos estudos.
Quanto à coleta de dados observou-se que a entrevista (aberta ou
semiestruturada) é a técnica mais utilizada sendo referida em 19 dos 27 estudos
selecionados. A pesquisa ou análise documental foi utilizada em quatro
trabalhos; um utilizou o método da pesquisa participativa, dois o método da
pesquisa-ação e quatro realizaram grupo focal, cabendo salientar que em alguns
dos estudos analisados foram utilizadas mais de uma técnica de coleta de dados.
Foram encontrados quatro estudos de caso e um estudo cuja trajetória
metodológica foi baseada na Teoria Fundamentada nos Dados.
Dos 27 trabalhos selecionados um tratava-se de pesquisa do tipo quali-
quantitativa, um de pesquisa descritiva transversal e outro de quantitativa não
experimental do tipo survey.
Quanto à análise e interpretação dos dados um trabalho referiu ter utilizado a
metodologia hermenêutica dialética, três adotaram a análise de conteúdo de
Bardin e dois a análise do discurso de Fiorin. Um estudo referiu basear-se no
Modelo de Avaliação Emancipatória de Saul e um na Teoria da Ação Comunicativa
de Habermas.
Para a categorização dos temas selecionados utilizou-se como critérios os
tópicos elencados nas Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação
em Enfermagem, a saber: Perfil do Formando Egresso/Profissional; Competências e
Habilidades Gerais e Específicas; Conteúdos Curriculares; Estágios e Atividades
Complementares; Organização do Curso; e Acompanhamento e Avaliação.
Assim identificou-se que seis estudos se dedicaram a investigar a questão das
Competências e Habilidades, sendo que, dois destes abordaram as competências
gerais do egresso; um tratou especificamente da competência para a Atenção à
saúde; dois para a Administração e gerenciamento e um abordou a competência
específica para a interdisciplinaridade. A tabela_02 apresenta as fragilidades
e potencialidades encontradas nos resultados dos estudos.
Os estudos evidenciam que apesar dos avanços ocorridos com as Diretrizes
curriculares Nacionais, ainda tem-se um longo caminho a trilhar na busca de uma
formação que atenda as necessidades das realidades encontradas. Com o
desenvolvimento de competências e habilidades desenvolvidas nas graduações
espera-se que o egresso "tenha capacidade de utilizar uma diversidade de
conhecimentos na solução de problemas do seu dia-a-dia, estabelecendo relações
entre cultura, sociedade, ética e educação". Pensar em competências significa
articular vários conhecimentos na resolução de problemas e no enfrentamento de
situações inesperadas, como também mobilizar a inteligência frente aos desafios
do trabalho(7).
Os Conteúdos Curricularesconforme tabela_03, foram tratados em seis estudos,
sendo todos na área das Ciências da Enfermagem: um abordou Fundamentos de
enfermagem; um voltou-se para o Ensino de Enfermagem e quatro trataram da
questão da Assistência de Enfermagem englobando conteúdos em gerontologia,
saúde mental, humanização e promoção da saúde.
A questão do Acompanhamento e Avaliação dos alunos, do processo ensino-
aprendizagem e dos próprios cursos de graduação foi tratada em cinco
trabalhados, sendo que dois trataram da Avaliação do curso; dois da competência
docente e um buscou a avaliação da formação do enfermeiro na percepção do
egresso. O Processo de avaliação(10)tem sido discutido na formação, sendo que,
muitos autores apontam vários caminhos, surgindo diferentes propostas. Estas
estratégias devem favorecer ao aluno insights sobre seu próprio processo
educacional, informando "alunos e professores sobre a qualidade da experiência
educacional". A avaliação deve ser reconhecida como integrante do processo de
formação e não como um fim em si mesmo, contribuindo para a formação de
sujeitos éticos com capacidade de fazer escolhas ao longo da vida.
Foram identificados quatro trabalhos que versaram sobre a questão da
Organização do Curso no que diz respeito à pesquisa; a mudança curricular, a
elaboração de projeto político pedagógico e às abordagens pedagógicas. Na
construção(11) de projetos políticos pedagógicos é fundamental que ocorra
discussão e reflexão entre todos os atores envolvidos no processo de formação
acerca das transformações que estão ocorrendo no mundo do trabalho e no setor
saúde. Os projetos devem ser reflexos das necessidades de saúde da clientela e
das competências profissionais construídas cotidianamente.
Os Estágios (curriculares e extracurriculares) foram tema de quatro dos estudos
selecionados; e, finalmente, o Perfil do egresso foi a preocupação de dois
trabalhos, sendo que um tratou da questão da integralidade e outro das
expectativas de docentes e discentes quanto a esse princípio do SUS. A tabela
04 apresenta os resultados de estudos que abordam esta categoria.
Atualmente os campos de práticas ocorrem em ambulatórios, unidades básicas,
comunidades e domicílios contrapondo o que ocorria em outras décadas, onde as
práticas eram centradas nos hospitais. Os cenários de práticas devem ser
diversificados agregando equipamentos de saúde, educacionais e comunitários. A
integração dos acadêmicos com os cenários de prática deve ocorrer no início do
curso, aproximando-os da população e demais profissionais, prestando cuidados
gradativos ao seu nível de formação e autonomia e, de acordo com a realidade
encontrada(12). Estes espaços de prática e estágios são "ricos em situações
concretas, frente a situações limites onde o enfermeiro possa desenvolver seu
compromisso ético-profissional, possibilitando-lhes desenvolverem a análise
crítica dos direitos e responsabilidades profissionais [...]"(13).
Cabe ressaltar que dentre as categorias elaboradas evidencia-se semelhança em
alguns resultados relacionados às competências e habilidades (22%) com
conteúdos curriculares (22%), organização do curso (15%) e estágios (15%).
Outro dado que chama a atenção é relacionado à pequena quantidade de pesquisas
que abordem o perfil do egresso (07%), pois este é objeto das Diretrizes
Curriculares necessitando de estudos que comprovem a formação do enfermeiro com
o perfil desejado nas diretrizes. Transpor o que determina as novas leis da
educação à formação do enfermeiro é o grande desafio da atualidade na área da
enfermagem "ao formar profissionais que superem o domínio teórico-prático
exigido pelo mercado de trabalho, enquanto agentes inovadores e transformadores
do mundo do trabalho"(3).
No que diz respeito à fundamentação teórico-filosófica identificou-se que
dentre os 27 trabalhos (teses e dissertações) selecionados e analisados sete
não trazem o referencial teórico-filosófico claramente definido. Três destes
trabalhos têm como referência a Política Nacional de Educação, Lei de
Diretrizes e Bases, Diretrizes Curriculares Nacionais em Enfermagem; um quarto
trata do ensino de enfermagem em saúde mental e o processo de reforma
psiquiátrica; outro versa sobre o Programa Pró-Saúde. Ainda dentre os que não
trazem referencial teórico-filosófico explicitado, dois discutem o conceito de
competência, sendo que um deles trata de pesquisa quanti-qualitativa.
Dentre os trabalhos que possuem referencial teórico, identificou-se um que
aborda também o conceito de competência sobre a ótica da interpretação
hermenêutica-dialética como referência teórica. Foram encontrados cinco estudos
que utilizam o materialismo histórico-dialético ou a hermenêutica dialética
como base teórico-filosófica; e, ainda, outros quatro trabalhos, têm também
como base a filosofia marxista: um que se apóia na teoria crítica (Maclaren,
Saupe, Nietzsche e Libâneo), um na sociologia reflexiva de Bourdieu, um na
Teoria da Intervenção Práxica da Enfermagem em Saúde Coletiva - TIPESC e outro
na Filosofia da Práxis de Adolfo Sanchez Vásquez.
Foram identificados três trabalhos ancorados na fenomenologia, sendo um baseado
em Heidegger e dois em Alfred Schutz, e, cinco com diferentes abordagens: um
baseado nos conceitos de mudança de paradigma de Santos, um embasado na Teoria
Geral dos Sistemas (Bertalanffy), um na Abordagem humanista, um na Teoria da
Complexidade e outro na classificação das abordagens pedagógicas propostas por
José Carlos Libâneo.
Por fim havia duas pesquisas que, ao utilizarem a metodologia quantitativa, não
trouxeram referencial teórico-filosófico.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este estudo bibliométrico relacionado à formação do enfermeiro é fonte de
informação que poderá auxiliar pesquisadores e comunidade acadêmica a refletir
sobre a formação do enfermeiro e a necessidade de maior produção de pesquisas
neste campo.
O Banco de dados do CEPEn é um recurso que contribui para identificar as
pesquisas produzidas na área da enfermagem no Brasil permitindo fácil acesso às
informações a partir de catalogações anuais das produções relacionadas à área
de enfermagem.
O levantamento realizado nos catálogos de Teses e Dissertações do Centro de
Estudos e Pesquisas em Enfermagem entre os anos de 2003 a 2007 aponta um
resultado inexpressivo de pesquisas acerca da formação do enfermeiro, ou seja,
27 trabalhos sobre o tema em 2218 pesquisas encontradas, correspondendo a 1,21%
do total dos trabalhos catalogados. Tal resultado indica a necessidade de
ampliação dos estudos neste campo por tratar-se de um tema prioritário no
sentido de que a qualidade do ensino, baseado nos princípios do SUS, irá
refletir na sólida formação do profissional e, consequentemente, na qualidade
da assistência e no processo de efetivação de um sistema público de saúde que
atenda efetivamente as necessidades da população.
Os grupos de pesquisas em educação e enfermagem são celeiros para as pesquisas
voltadas ao ensino. Um estudo (14) realizado nos grupos de pesquisa da região
Sul do Brasil, apresenta um percentual de 59% de instituições públicas que
possuem grupos de pesquisa em educação em enfermagem contra 12% nas
instituições privadas, evidenciando um número ainda pequeno de instituições que
se dedicam a pesquisar na nesta área. Tais dados servem de ponto de partida
para despertar a reflexão de pesquisadores e integrantes dos grupos de pesquisa
de educação em enfermagem para que busquem mecanismo que fortifiquem a
integração, a produção, o crescimento e desenvolvimento de todos os integrantes
dos grupos de pesquisas.
Verificou-se, no entanto que poucos estudos enfocam especificamente a formação
para o SUS e também uma pequena parcela (7%) que aborda o perfil dos egressos,
necessitando de estudos que avaliem a formação de acordo com o perfil do
enfermeiro pautado nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Havendo em
contrapartida uma maior preocupação em avaliar as questões relacionadas aos
conteúdos curriculares e as competências dos diversos atores do processo de
ensino-aprendizagem, quais sejam docentes, discentes e profissionais
assistenciais ou com responsabilidade de gerenciamento.